The interface of psychology in the support network with the socio-educational system in the Federal District
DOI:
https://doi.org/10.55892/jrg.v9i20.3128Keywords:
Socio-educational; Psychologist; Behavior Analysis; recidivism; social reintegrationAbstract
This article critically analyzes the role of clinical psychologists in support networks for young people in the socio-educational system in the Federal District, in both open, semi-open, and closed environments, aiming to prevent recidivism among young people in conflict with the law. The research, of a qualitative and exploratory nature, reviews the literature from 2000 to 2025, emphasizing Behavior Analysis. It concludes that interventions in open environments, combined with interdisciplinary networks, are more effective in social reintegration and in reducing recidivism, while approaches in closed environments face structural challenges and an excessively punitive logic. The study highlights the importance of the psychologist not only in clinical treatment but also in institutional transformation and the promotion of human rights.
Downloads
References
ALMEIDA, P. P.; MARINHO, L. C. A.; ZAPPE, J. G. A atuação do psicólogo com adolescentes que cumprem medida socioeducativa: revisão sistemática da literatura. Estudos e Pesquisas em Psicologia, v. 21, n. 1, p. 20–38, 2021. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812021000100004.
ANDRADE, V. S.; SANTOS, M. F. Juventude e violência urbana: desafios para o sistema socioeducativo. Revista Psicologia e Política, v. 17, n. 40, p. 215-232, 2017.
ANDRELLO LOPES, A. P.; BENOMINO, M. E. M. Reflexos da vulnerabilidade social como pressuposto para a entrada de adolescentes na criminalidade. Rev. Int. Ciên. Hum. e Soc., v. 2, n. 2, e022, p. 1–15, 2021.
ARONSON, E. O Animal Social. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BAUM, W. M. Compreender o comportamento: uma introdução à análise do comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2006.
BARDIN, L. (2011). Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70.
BECK, A. T. Terapia cognitiva para transtornos de personalidade. Porto Alegre: Artmed, 1997.
BISINOTO, C. et al. Socioeducação: origem, significado e implicações para o atendimento socioeducativo. Psicologia em Estudo, Maringá, v. 20, n. 4, p. 575-585, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.4025/psicolestud.v20i4.28456
BRASIL. Portaria nº 1.082, de 23 de março de 2014. Redefine as diretrizes da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde de Adolescentes em Conflito com a Lei, em Regime de Internação e Internação Provisória (PNAISARI). Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2014/prt1082_23_05_2014.html
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.
BRASIL. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE). Lei nº 12.594, de 18 de janeiro de 2012.
CARDOSO, Priscila Castro. Socioeducação: Análise crítica e pressupostos teóricos para a formação humana. Tese. Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2022. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/235306
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA (CFP). Referência Técnica para Atuação de Psicólogas(os) em Programas de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. Brasília: CFP, 2012.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ). Guia para programa de acompanhamento a adolescentes pós-cumprimento de medida socioeducativa de restrição e privação de liberdade (internação e semiliberdade) - Caderno I. Brasília: Conselho Nacional de Justiça, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Disponível em: https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2020/09/guia_pos-cumprimento_medida_socioeducativa_eletronico.pdf
CREAS-DF. (2023). Relatório Anual de Acompanhamento de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. Secretaria de Justiça e Cidadania do DF.
DE FARIAS, Ana Karina C. R.; FONSECA, Flávia Nunes; NERY, Lorena Bezerra (orgs.). Teoria e Formulação de Casos em Análise Comportamental Clínica. 1. ed. São Paulo: Artmed, 2018.
Distrito Federal (2016). Secretaria de Política para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal. Manual Sociopsicopedagógico das Unidades de Internação do Sistema Socioeducativo do Distrito Federal.
______, Levantamento Nacional do SINASE- 2024/ Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania; UNB- Brasília: Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, 2025.
Eisenstein, E. Adolecência: definições, conceitos e critérios. Adolesc Saúde. 2005.
Farias, Ana Karina C. R. de-; e colaboradores. Análise Comportamental Clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010.
FERREIRA, Aldo Pacheco; SANTOS, Doralice Sisnande dos; WERMELINGER, Eduardo Dias. Perspectivas e desafios do cuidado em saúde mental de adolescentes em regime socioeducativo: um estudo de caso. Saúde em Debate, v. 48, n. 143, p. e8949, 2024. Disponível em: https://scielosp.org/pdf/sdeb/2024.v48n143/e8949/pt
FIGUEIREDO, G. C.; FAUSTINO, H. H. Violência e vulnerabilidade social: impacto da intervenção psicosocioeducativa na garantia de direitos. Laplage em Revista, Sorocaba, v. 4, n. 3, p. 225–239, set.–dez. 2018.
HAYES, S. C. et al. Acceptance and Commitment Therapy: An Experiential Approach to Behavior Change. New York: Guilford Press, 2004.
HAYES, S. C., STROSHANEK, S. M., & WOODCLIFF, S. D. (2004). Acceptance and commitment therapy: An experiential approach to behavior change. New York: Guilford Press.
LINEHAN, M. M. (1993). Cognitive-behavioral treatment of borderline personality disorder. New York: Guilford Press.
LOPES, A. P. A.; BENOMINO, M. E. M. Reflexos da vulnerabilidade social como pressuposto para a entrada de adolescentes na criminalidade. Rev. Int. Ciên. Hum. e Soc., v. 2, n. 2, e022, 2021.
MACE, F. C., & CRITCHFIELD, T. S. (2010). Applied behavior analysis and the technology of behavior change. London: Routledge.
MACHADO, Gabriela de Macedo Fiuza. Masculinidades em confinamento: um estudo etnográfico e analítico de meninos em cumprimento de Medida Socioeducativa no Distrito Federal. Tese de Douturado - Universidade Católica de Brasília- 2020.
NÓBREGA JÚNIOR, J. M. P. A relação entre Vulnerabilidade Social e Violência Numa Perspectiva Comparada. [Relatório Ipea], Brasília, 2019.
RABELO, M. S. D. Direitos Humanos, vulnerabilidade social e violência estrutural: um olhar da Criminologia Crítica na modernidade. Rev. Criminologias e Políticas Criminais, v. 9, n. 1, p. 101–125, jan./jun. 2023.
SAPOLSKY, R. M. Comporte-se: a biologia humana do bem e do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
SKINNER, B. F. Ciência e comportamento humano. São Paulo: Cultrix, 1953.





































